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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

margaridices

A "escritoríssima" Margarida Rebelo Pinto (que há um par de anos, na Feira do Livro, respondeu a sério à pergunta maliciosa de um jornalista sobre se estava nas suas intenções vir um dia a ganhar o Prémio Nobel), deu uma longa entrevista a um semanário onde declara, entre muitas outras coisas, duas que me impressionaram vivamente: "detesta quem escreve a palavra ´vermelho´, e adora escrever a palavra ´merda´."

Não partilho da primeira opinião de MRP, e terei de concluir que MRP detesta Fernando Pessoa: "Deram-me um cravo vermelho
Para eu ver como é a vida
"; Sophia: "Do brilho do mar e do vermelho da maçã erguia-se uma felicidade irrecusável, nua e inteira"; Camões: "peito que o douto Apolo fez, vermelho; ou Eugénio de Andrade: "Também ele vai morrer, o verão. Do verde ao vermelho", entre provavelmente todos os outros poetas e escritores de língua portuuesa.

Agora que ela escreve ´merda´, aí estou cem por cento de acordo!