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domingo, 19 de outubro de 2008

"por quem os sinos dobram? Dobram por todos nós".

A propósito da Entrada de hoje de manhã, e dos comentários - espero que surjam mais -, aqui ficam duas sugestões: Hemingway e Hugh Thomas.

Um dia, no dia 28 de setembro de 1974, um pseudo-primo meu afirmou que o que Portugal precisava era de uma guerra civil que, de uma vez por todas, resolvesse a questão política subjacente.
A minha Mãe passou-se. E ele ouvi-as, das boas e das bonitas. Todas as guerras são horrendas, mas as guerras civis ainda conseguem ser piores, porque são fratricidas, e entre irmãos os sentimentos são sempre extremos, num ou no outro sentido.

Como escreveu Hemingway, "numa Guerra Civil, os sinos dobram por todos nós, nunca apenas por alguns".

não consigo descortinar...

Curiosamente nasceu um dia antes de mim. Admirei-o e admiro-o. Corajoso, lutador, sem medo.

Lutou contra a ETA, e muito do que representam vitórias sobre este movimento terrorista devem-se a ele. Fez (e bem) a vida negra a Pinochet, mostrando que, lá por se ser velhinho, não se fica santo quando se doi um ditador sanguinolento e assassino.

Mas agora, o Juíz Baltazar Garzón exagerou. Ir "recuperar" a Guerra Civil de Espanha, assacar culpas a franquistas (quando sabemos que houve, dos dois lados, massacres e ignomínias), analisar os restos mortais de Llorca é, para lá de inútil, abrir uma caixa de Pandora.

As feridas da Guerra de Espanha conseguiram sarar, num prazo curto de tempo. Os espanhóis vivem em democracia e têm outras ameaças. Ir ressuscitar ódios e chagas, é não deixar os lutos em paz, sem que disso resulte qualquer benefício, Um espanhol com 18 anos, no último ano da Guerra, terá agora 90 anos.

Não consigo descortinar qualquer motivo, a não ser ânsia de protagonismo de Garzón. Espero que não. Que esteja enganado. Eu...

sábado, 11 de outubro de 2008

"coñazo!"

Apesar de não nutrir qualquer simpatia por ele, não posso estar de acordo com Mariano Rajoy, líder do PP espanhol, ao dizer, julgando que os microfones estavam fechados: "Amanhã lá tenho de ir àquela ´porra´ do desfile militar". Coñazo, foi a palavra usada.

Escândalo? Não. Primeiro, porque esta história de os microfones, direccionais ou não, detectarem tudo, e os jornalistas não se coibirem de usar o que ficou gravado é indecente.

Segundo, porque passar a tarde de um domingo a assistir a um desfile militar deve ser mesmo uma grandecíssima "p...."!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

classe

Há homens que não se podem reformar. Porque, mesmo com mais de setenta, são de uma clarividência e eficiência que dão cartas à maioria dos mais novos. Chama-se sabedoria, valor pouco cotado no mercado, mas que marca a diferença...

Espanha deu seis "banhos de bola". Mostrou, ensinou, demonstrou. E o seu técnico treinou estes jovens brilhantes, deu-lhes alma, soube planear estrategica e tacticamente.

Parabéns. Grande Aragonés. Grande Espanha
A final ideal teria sido nós contra eles. Foram apenas eles. Fico contente!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Arriba!


Até no futebol é o País mais interessante do Mundo!

sábado, 10 de novembro de 2007

já enoja...


Ah, grande Rey, que mandou calar este imbecil mascarado de presidente. E grande Zapatero que saíu em defesa de Aznár, ex-presidente do governo espanhol que, faça o juízo que se fizer dele, foi eleito democraticamente, o que não aconteceu propriamente a Chávez (se democracia é a Venezuela, estamos conversados...).

E que dizer de alguns sectores portugueses, que continuam a venerar este energúmeno. A atitude de Mário Soares é a que me deixa mais perplexo. Poderá o ódio anti-Bush levar a alianças tão inacreditáveis?

Hoje, a Câmara Municipal de Coimbra deu o nome de "Álvaro Cunhal" a uma rua. Estou contra. Porque a sociedade que Cunhal imaginou para nós tem muito de antítese do que a que imagino e com a qual sonho. Pode ter lutado contra o fascismo, mas tentou implementar uma sociedade próxima dele. Até ao limite, ou para além dele, como revelam as suas críticas a Gorbachov e à Perestroika. Aliás, Mário Soares (como Salgado Zenha) foi um dos principais resistentes a essa deriva da democracia instaurada pelo partido comunista português.

Daí a minha perplexidade e o aplauso ao Rey Juan Carlos e a José Luiz Zapatero.
Los tienen en su sítio!