Antes de 1961, as opções não eram muitas: só havia fraldas de pano (algodão) as quais, em média, podiam ser utilizadas entre 50 a 100 vezes. Mas as “descartáveis”, primeiro apenas de papel, depois incluindo já a parte plástica e materiais super-absorventes só verdadeiramente começaram a ser usadas nas duas últimas décadas.
Se as fraldas de algodão têm problemas, não apenas práticas para os pais mas de infecção nos infantários (20 vezes mais), além de poluirem e contribuirem para os problemas ecológicos decorrentes da cultura do algodão, as descartáveis causam menos problemas ao bebé ("rabo assado") mas infectam mais os lençóis de água freáticos e demoram muito tempo a biodegradar-se. O uso de "fraldões" está a desenvolver-se em muitos países.
E aqui ficam alguns dados, para vosso gozo:Quantas fraldas usa, em média um bebé até aprender a usar o bacio?
- cerca de 5.000
Quantas fraldas é possível fazer a partir de uma só árvore?
- cerca de mil
Quantas fraldas serão necessárias, por ano, para a população infantil portuguesa?
- cerca de seiscentos milhões por ano (um número assim: 600.000.000)
Quantas árvores é preciso cortar para tal?
- cerca de seiscentas mil. Só cada criança "gastará" cinco árvores!
Quantos anos leva uma dessas árvores (abetos) a crescer?- cerca de 75 anos. Cada criança “gastará” assim 375 anos de árvores – mais de cem anos por cada ano de uso.
Quanto custa a um bebé (ou aos pais!) o uso?
- 1500€... ou seja, 1,5€ por dia
E quanto é que isto envolve, no País, por ano, em termos de negócio?
- cerca de 200 milhões de euros