Uma visita ao mercado. Uma experiência que repito, sempre que posso, como foi caso recente no Funchal.
Gosto das cores, dos cheiros, da simpatia de alguns vendedores, do seu linguajar, e até das barganhas e das discussões entre eles. Acho graça aos arremedos macho-latinos e aos jogos de sedução, subjacentes à relação entre os vendedores e os clientes.
Gosto de sentir a Terra e o que ela dá, da forma mais genuína. E gosto de pensar que nos alimentamos (e portanto vivemos) de coisas tão boas e bonitas.
Ainda bem que somos um dos poucos animais que vê a cores. A partir dos 4 meses, mas (salvo raríssimas excepções) com a gama toda do arco-íris.
Gosto de ir ao mercado. E de explorar os mercados das cidades e vilas onde vou, em Portugal ou no estrangeiro.
É uma experiência que recomendo, e com filhos ainda mais. Eles adoram, as vendedoras derretem-se e é muito melhor do que o forno lento dos centros comerciais.
Já nem falo do gozo que me deu tirar estas fotografias. E não mostrei fotografias dos mercados de peixe, porque este (com o curioso nome de "Mercado dos Lavradores", no Funchal) era só de flores, frutos e legumes. Mas prometo voltar ao assunto, se calhar quando estiver de férias na Praia da Luz, em Julho...