Há dias falei com uma pessoa que se intitulava "aristocrata", e que se dizia a si próprio "de sangue azul". Não sei se ele era aristocrata ou não, mas os factos são inequívocos: o sangue dos nobres, snobes e parecidos, é igual ao sangue “do povo”.
A ideia do “sangue azul” veio de Espanha, dos tempos medievais. Os aristocratas não queriam bronzear-se, para não ficarem morenos como a gente do povo. Assim, escondiam-se nos seus palácios, e ficavam com a pele muito mais clara. Ficando mais claros, viam-se melhor as veias debaixo da pele, dando um aspecto azulado, sobretudo em contraste com os plebeus. Além disso, como muitos eram descendentes de nórdicos, tinham a pele naturalmente mais clara.
Foi assim que surgiu a lenda do “sangue azul”. Actualmente, ser “de sangue azul”, é esconder-se do sol durante todo o ano, ou ter anemia grave - uma coisa é certa, como espaço, é azul mas não faz parte deste, como pertença futebolística, é quanto a mim má escolha, mesmo que (episodicamente )eficaz...