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domingo, 29 de junho de 2008

orgulho de quê?

Mais uma parada do "Orgulho Gay"!

Mas orgulho de quê? Se houvesse uma parada de Orgulho Heterossexual, o que aconteceria? Mas orgulho de quê? cada um vai para a cama com quem quiser e não tem que prestar contas a ninguém, e sujeita-se às consequências que vêm dos seus comportamentos. Como em tudo! O que há de "orgulho" em ter como objecto de interesse sexual uma pessoa do mesmo sexo (ou de sexo diferente, ou até dos dois sexos)?

Estas paradas são a pior coisa que se pode fazer pela não-discriminação baseada na identidade sexual... tal como o Congesso Feminista do fim de semana aos direitos das mulheres. A defesa dos direitos das pessoas, sejam homossexuais, mulheres, negros, cegos, doentes ou médicos, diz respeito a todos os cidadãos e não apenas a grupos corporativos! Aidna por cima baseados no ridículo e na discriminação de todos os outros que até concordam conceptualmente com eles!

quarta-feira, 19 de março de 2008

será que li bem? - 2ª parte...


El nuevo gobernador de Nueva York reconoce relaciones fuera de su matrimonio
Con el ejemplo aún caliente de Spitzer, David Paterson y su esposa hablan en una entrevista de su pasado para evitar escándalos
- conta o El Pais.


Também terá que contar que padeceu de prisão de ventre, engoliu um rebuçado sem mastigar e teve sonhos húmidos com a garota do Martini quando tinha 12 anos?

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

se o ridículo matasse

Foi revolucionária, antifascista, membro da ala mais radical das Brigadas Revolucionárias.
A dada altura, depois de passar pela prisão por indiciada em envolvimento no caso das FP25 (terroristas que cometeram crimes de sangue programados e executados a frio), foi absolvida, recuperou a liberdade e passou a exercer endocrinologia no Hospital de Santa Maria.
Resolveu escrever livros. Dedicados principalmente à nutrição e à obesidade, tendo desenvolvido a teoria de que as Barbies, enquanto mulheres fisicamente "impossíveis" (são bonecas, senhora doutora, apenas bonecas...) eram as causadoras de inúmeros casos de anorexia nervosa (o que é capaz de ser um erro científico crasso).

Mas o que é verdadeiramente "revolucionário e de esquerda" nos seus livros, é a forma como Isabel do Carmo assina: Vejam bem: Profª Isabel do Carmo. Já conheciam Fernando Pessoa, Sophia de Mello Breyner, Miguel Sousa Tavares ou Miguel Cervantes. Unamuno ou Pearl Buck. Gabriel Garcia Marquéz ou António Lobo Antunes. Mas Profª?

Pensava que só os generais e os padres podiam colocar os seus títulos antes do nome, nos livros. Se assim é, abre-se a excepção à Srª Profª. É caso para dizer: se a má alimentação engorda, o ridículo pode matar.

Ai tão revolucionários que nós somos, ou recuperando uma velha frase salarazenga: "você sabe com quem está a falar?"... com uma Profª, claro. Portanto, juizinho!