
Pois foi preciso chegar aos 52 anos para ver realizado um sonho de sempre: ter um violino.
Como canta o Chico Buarque: "alguém me adivinha os desejos".
Agora é... aprender e estudar. Mas a sensação de agarrar nele hoje e, pelo menos, fingir que era primo (muito afastado...) do Menuhin, foi muito boa. E o desafio é grande, mas assim é que tem graça!
Como escreveu Paul Verlaine: "Les sanglots longs des violons de l'automne blessent mon coeur d'une langueur monotone" - e foi assim que o dia D começou.