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sábado, 20 de dezembro de 2008

Eanito, já saíste de lá há vinte e dois anitos. Felizmente!

Eanes admite dissolução do Parlamento
Ramalho Eanes provocou um terramoto político ao admitir que existem condições políticas para o presidente da Repúblicar proceder à dissolução da Assembleia da República e convocar eleições legislativas antecipadas.

JN on-line


Mas esta gente está doida? Não foi este Parlamento que aprovou, por UNANIMIDADE, o Estatuto dos Açores? Não foi este Parlamento que voltou a votar, por maioria qualificada, esse Estatuto? Não é normal (e muito saudável!) que os órgãos de soberania tenham, de quando em quando, diferenças de opinião? Para que serve o regime semi-presidencialista? Para que servem a Constituição e os processos constitucionais?

Pessoalmente, continuo a achar que Cavaco tem razão, mas a democracia é assim. O senhor General ainda está no tempo do Conselho da Revolução e do PRD. A Madre de Deus que o guarde!

Quanto ao PSD e ao discurso de Paulo Rangel, só algumas palavras simples: cobardia, cinismo, vergonha. Para serem coerentes votassem contra.

Quanto ao terramoto político não dei por nada: o dia está primaveril, a luz maravilhosa, e as pessoas borrifando-se cada vez mais para os partidos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

juízes em causa própria?

Cavaco voltou a vetar o Estatuto dos Açores. Não estou por dentro da Lei nem tenho conhecimentos para a analisar, mas há uma questão, pelo menos, sobre a qual me interrogo: poderá um órgão que vai ser dissolvido, como seria o caso da Assembleia Regional, pronunciar-se de modo decisivo sobre a sua própria dissolução?

Em 1975, um colega meu, que era professor da Faculdade de Letras em Lisboa, era obrigado a dar as notas em paridade com as dos alunos: faziam trabalhos e a nota do professor valia o mesmo do que a dos outros alunos todos. Não sei porquê lembrei-me disto... ou será que sei porquê?!

segunda-feira, 10 de março de 2008

Cavaco aperta o cinto

Não votei nele. Mas já na campanha tinha escrito no Blogue Afixe que, no dia da apresentação da candidatura, o homem tinha posto o cinto de segurança no banco de trás.

Agora repito-o, porque é caso raro, e dá uma lição a muitos portugueses.

Tenho ouvido todos os argumentos, incluindo os mais estúpidos, para o não uso do cinto de segurança no banco de trás. O único ponto que é válido, cientificamente, é a maior probabilidade de morrer ou de se ficar tan-tan quando de um acidente, quando não se usa o cinto - isto mesmo sem precisar de invocar a Ladi Di e o túnel de Alma.

Fico satisfeito quando o presidente da República do meu país usa o cinto, de uma forma constante. Como farão os cem mil professores que ontem estiveram no Terreiro do Paço? E você, Leitor?

Não votei em Cavaco, não gostei dele como PM, não obstante acho que tem feito uma boa presidência. Mas aqui o que fica é outra coisa: um gesto de civismo. Parabéns!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

abaixo a pobreza... e quem a apoiar...



Confesso que gostei de ver, ontem, o nosso Presidente preocupado com a luta contra a pobreza, com as desigualdades gritantes entre pobres e ricos, e com a aplicação dos fundos comunitários em betão e não em projectos de índole social.

Mas se Sócrates ficou com as orelhas a arder, há uma pessoa, que foi primeiro-ministro durante dez anos, justamente quando a torneira comunitária debitava vários milhões de contos por dia, que deve ter ficado "com tudo a arder".