
Confesso que gostei de ver, ontem, o nosso Presidente preocupado com a luta contra a pobreza, com as desigualdades gritantes entre pobres e ricos, e com a aplicação dos fundos comunitários em betão e não em projectos de índole social.
Mas se Sócrates ficou com as orelhas a arder, há uma pessoa, que foi primeiro-ministro durante dez anos, justamente quando a torneira comunitária debitava vários milhões de contos por dia, que deve ter ficado "com tudo a arder".