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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

um ano!

Fazemos um ano. Com 387 entradas, 17.500 visitas e muitos comentários.

E a sensação de que o blogue adicionou, quanto mais não seja, um grão de areia no edifício cósmico.

A "blogar" desde Fevereiro de 2003 (por sugestão do meu filho Pedro, num fim de semana em que veio de Madrid a falar destas coisas que ninguém sabia o que significavam), já me sinto um geronte da blogosfera, mas é divertido e entusiasmante assistir à evolução da linguagem e da lógica dos blogues. E à minha própria evolução, enquanto blogmaster de blogues com objectivos e finalidades tão diversas.

Depois do "Blógica da Batata", do "Arre-Burro" (que conseguiu ser um dos dez blogues mais antigos de Portugal e estar entre os cem mais vistos, entre vários milhares, apesar de cuidar apenas de uma pequena associação de praia) e do "Baleal-o Blogue" - o primeiro em banho-de-maria, os outros devidamente mortos e sepultados -, há 366 dias que "mexe" o Espaço.

E, assim, pretendo continuar, ao sabor das ondas, das marés e do pio das gaivotas, pelo menos enquanto sentir que há alguém que me ouve (neste caso lê e vê), mesmo que "na mais longínqua estrela da mais longínqua galáxia", para utilizar a linguagem do meu filho Eduardo.

Continuem a viagem no Espaço Azul! Abraços e obrigado por tudo. "Morrerei mais feliz" - diz-se, mas pessoalmente viverei ainda mais feliz, que não tenho pressa de morrer...

PS. ainda mais com cinco filhos, dois netos e uma pessoa amada.

Mário

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

tão perto e tão distante

Esta imagem de Marte, obtida a partir do telescópio Hubble, é de uma beleza impressionante. Mas ao mesmo tempo deixa uma certa angústia, ao pensar neste (e em tantos) astros que vagueiam no espaço sideral, perdidos ou encontrados, sós ou acompanhados.

Tanto a descobrir, a conhecer, a saber. Será que um dia, como no 2001 de Kubrick, teremos acesso ao Conhecimento?

Por ora ficam estas belas mas perturbadoras imagens do Planeta Vermelho.

Et in terra pax hominibus!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

nascer de um espaço


As nuvens existem, porque os céus sempre azuis carregam consigo a monotonia e o conformismo.


Mas entre elas existe um espaço azul. Entre elas surge o sol, como garante da ousadia, exemplo do desejo, imagem da fantasia, símbolo do hoje e do amanhã.


A nossa vida é, na melhor das hipóteses, um sexto da de uma fralda descartável. Ou da de um saco de plástico. Mas a nossa eternidade alcança-se na partilha, na explosão da nossa vida em mil pedaços, repartida pelos filhos, pelo que fazemos, pela dádiva, pelas impressões digitais que deixamos nesta nossa passagem efémera.


Hoje nasce "O espaço azul", porque o seu autor tem algo para dizer e muito para escutar. Mesmo que as palavras e os sons, as imagens e a luz se percam (ou se ganhem?) no espaço azul entre as nuvens.


Aqui estou, quando for o caso, e sempre convosco, sem ser por acaso...