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quinta-feira, 6 de março de 2008

impossível ficar alheio





Evo Morales, Hugo Chávez, Rafael Correa, Fidel Castro, Coronel Tapioca, General Alcazar... uns são personagens de ficção, outros deveriam-no ser mas infelizmente não são, para mal deste mundo que se deseja mais pacífico. Agora, quase criavam uma guerra com a Colômbia, e o assunto é referido como se fosse uma brincadeira.

Mas eles argumentam que a culpa é dos capitalistas e da América - veja-se a alegria da menina das FARC, na Festa do Avante, em Lisboa, em 2006, apadrinhada pelo Partido Comunista Português, e a amargura de Ingrid Betancourt, senadora, candidata à presidência da república, que vive em cativeiro há seis anos. A menina irradia liberdade, a mesma que roubou a Ingrid. A menina rejubila de felicidade, a mesma de que privou Ingrid. Com a benção dos três figurões lá de cima, a indulgência de muitos outros e o chapéu de chuva dos manos Castro. Avante, camaradas!

Raios os partam!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Wishful thinking?


Sem comentários. Cedido pelo Manel Teixeira e pelo Miguel Leal

sábado, 10 de novembro de 2007

já enoja...


Ah, grande Rey, que mandou calar este imbecil mascarado de presidente. E grande Zapatero que saíu em defesa de Aznár, ex-presidente do governo espanhol que, faça o juízo que se fizer dele, foi eleito democraticamente, o que não aconteceu propriamente a Chávez (se democracia é a Venezuela, estamos conversados...).

E que dizer de alguns sectores portugueses, que continuam a venerar este energúmeno. A atitude de Mário Soares é a que me deixa mais perplexo. Poderá o ódio anti-Bush levar a alianças tão inacreditáveis?

Hoje, a Câmara Municipal de Coimbra deu o nome de "Álvaro Cunhal" a uma rua. Estou contra. Porque a sociedade que Cunhal imaginou para nós tem muito de antítese do que a que imagino e com a qual sonho. Pode ter lutado contra o fascismo, mas tentou implementar uma sociedade próxima dele. Até ao limite, ou para além dele, como revelam as suas críticas a Gorbachov e à Perestroika. Aliás, Mário Soares (como Salgado Zenha) foi um dos principais resistentes a essa deriva da democracia instaurada pelo partido comunista português.

Daí a minha perplexidade e o aplauso ao Rey Juan Carlos e a José Luiz Zapatero.
Los tienen en su sítio!