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quinta-feira, 13 de março de 2008

dia treze, mesmo não sexta

Cuidado com as sombras. Cuidado com as penumbras. Cuidado com vocês próprios. Connosco próprios.

Em que lado da condição humana acordaremos? Luzes ou trevas? Céu ou Inferno?

Beware of the dark side of the force!

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

a minha praceta - 1


A "minha" praceta é bonita todo o ano. Feita com um
arquitectado equilíbrio de árvores e flores, está recheada de cores nas quatro estações, dando aos privilegiados que aqui habitam uma esperança renovada, todas as manhãs.

Nestes dias solarengos e frios, o ar é fino e transparente, e os raios de luz filtram-se nas folhas e nos ramos das árvores, fazendo jogos no chão de pedra. Há flores amarelas por todo o lado.

Londres ou Paris em Lisboa, a dar para a Praça da primeira e a Avenida da segunda. Sou um sortudo!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

liberdade ou determinismo?


Seremos nós como o catavento de Santo Agostinho, que se julgava livre por se poder voltar para todos os pontos cardeais?

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

evasão



Era tão bom, que pudéssemos agarrar os nossos sonhos, e lançá-los ao ar, para que encontrassem rapidamente os destinos prometidos.

Mas pensando bem, talvez fosse perigosa tanta realidade e, afinal, tão pouco desejo não concretizado. Por outro lado, poderia haver sempre uma greve de pilotos que nos boicotaria a realização e a felicidade. E António Gedeão teria que rever (coitado!) o seu poema: "e o mundo pula e avança, como um A320, entre as mãos de uma criança"...

Fico a ansiar pela próxima viagem...

Foto: MC, num passeio "para ver os aviões"

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

longe mas perto. Distante e bom.

Tão perto de nós e afinal tão longe. Tão distante mas tão bom.

Estou a falar da Serra de Montejunto, mesmo aqui ao lado de Lisboa, lugar quase esquecido, com vertentes várias e todas elas encantadoras, paisagens magníficas que nos supreendem ao virar da estrada, aldeias bucólicas e vinhedos cor de fogo.

No topo, junto à Estação Meteorológica, a capela da Senhora das Neves, que data do séc.XVIII, as ruínas do primeiro convento dominicano construído em Portugal (séc.XIII) e as do Convento da Reforma do Montejunto. Um pouco mais além, o remanescente da Real Fábrica do Gelo.

Vale a pena mudar de rumo e passear em Montejunto. É um monte mesmo junto, mas talvez por isso, ignorado e distante. Afinal, tão distante mas tão bom...