terça-feira, 28 de abril de 2009

Aviso

Foram hoje actualizadas as "caixas" da parte lateral do Blogue.

5 comentários:

Elisete disse...

Já vi. Pensei logo numa professora horrorosa que tive na 3ª classe, já cá em Lisboa. Como eu era uma “retornada” mas, para cada pena dela, era a melhor aluna da turma, o divertimento da infeliz era humilhar-me porque eu só tinha dois pares de calças (aliás, lindas, feitas pela minha Mãe) que usava alternadamente para a minha Mãe poder lavar. Nunca me esqueci dela, da cara amarelada, do aspecto “sebento” e não lavado como os meus dois pares de calças. Desprezo-a também.
Veneza: que inveja!

Sofia,Pedro e Joana disse...

Boa noite, Dr Mário Cordeiro, é com imensa satisfação que visito este espaço, depois de "devorar" as páginas de "O Grande Livro do Bebé" e "O Livro da Criança"!
As minhas memórias dos professores que tive são boas, felizmente: lembro-me da minha primeira professora, meiga e com um olhar enternecedor; lembro-me ainda do meu professor de Português do 6ºano, um senhor com um humor perspicaz e com uma paciência infinita...o que será feito dos "meus" professores?!
Cumprimentos

Anónimo disse...

Prefiro não pensar nos profs que me hostilizaram ou traumatizarem para recordar outros maravilhosos que me despertaram para a beleza da Matemática (?) no liceu, por meio de motivação, expos e trabalho pessoal, para a História como aquela senhora de Chaves ( mal eu sabia onde ficava) que nos contava a Revolução Francesa como se dum romance se tratasse, a de Português que lia um livro da Enyd Blyton todos os sábados em voz alta...ou outra de Francês que trouxe o disco do Petit Prince para a aula, na bela voz do Gerard Phillipe e La Mer de Debussy, aulas que nunca mais esquecerei.
No Faculdade tb tive outros excepcionais como o Monteiro Grilo que leu na primeira aula poemas simbolistas e Florbela Espanca ou o João Flores, que me fez escolher literatura inglesa para finalizar a tese de licenciatura....a Ivette Centeno que tornava Goethe um mundo inatingível e tão belo, etc.etc.

São estes profs que nos marcam....e fazem de nós, no futuro, bons profs também. Espero que alguns alunos se lembrem de mim agora e tenham algumas saudades das aulas que dei.

Bjo

Virgínia

Mário disse...

Felizmente o Prof. Lamy (chamar-lhe "professor" é demais...) foi uma excepção dantesca no quadro de professores, uns mais anódinos, a maioria bons, uns excepcionais.
Guardo boas recordações do ensino/aprendizagem, e talvez por isso há 26 anos que dê aulas, sempre com gosto e descobrindo nos alunos - designadamente nos de Medicina, dos quais tantas pessoas dizem mal -, pessoas aptas, responsáveis, imaginativas e trabalhadoras (não os "monstros acéfalos e marrões" de que tanto se fala).

Anónimo disse...

Só mais um comentário. O Gloria de Vivaldi leva-me aos píncaros...ouvi-lo seja onde for eleva-nos a moral e dá-nos força para acreditar que há realmente momentos maravilhosos de plenitude...mesmo quando estamos sozinhos.

O Porto visto do ar tb é espectacular...só rio e mar tudo numa simbiose de azul e espuma branca...

Virgínia