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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

saíram há 100 anos...



Há cem anos, precisamente, os Estados Unidos abandonavam Cuba, ocupada depois da Guerra Hispano-Americana, ficando apenas com a Base Naval de Guantanamo. Ficaram lá através das influências políticas e económicas, como foi o caso do tempo da ditadura de Fulgencio Baptista.

Cem anos depois, Guantanamo vai ser libertada. Só falta acabar o embargo e libertar Cuba.

Homenageio aqui todos os que cairam pela liberdade, num e no outro lado, e os inocentes que foram presos apenas por razões contextuais... ou por vezes nem isso.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

libertad o muerte


Cuba. 50 anos de "revolução" - começou como uma revolta justa, contra um ditador corrupto e decadente, avalizado pelos ianques.

Meio século depois, a penúria é total e o clã Castro tornou-se igual aos que derrubaram. Che Guevara revela, dia após dia, mais lados negros e odiosos - herói? Para mim são torcionários iguais aos outros, com as mãos sujas de sangue!

O embargo americano é una mierda e tem sido um apoiante factual do regime cubano. Não é por acaso que Guantánamo fica em Cuba - é o conceito de "inimigos-amigos".

Confio em Obama - que revela, dia a dia, mais postura de estadista, ideias, objectivos, estratégia, realismo. Quanto aos cubanos, duvido que "os tenham no sítio" para mudar alguma coisa.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

ventos de liberdade

Assim como se deve execrar e contestar o regime cubano, no estilo Fidel e no que tem de atentado à dignidade humana e ao desenvolvimento, também há que aplaudir as medidas que, actualmente, estão a ser tomadas no sentido de libertar a sociedade e os cubanos.

Mesmo que sejam tímidas e até susceptíveis de dúvida quanto ao "algo mude para que tudo fique na mesma", é de saudar o que, para milhares de cubanos, representa um substancial aumento dos graus de liberdade.

Chegou provavelmente a altura de o próximo presidente dos EUA acabar com o embargo, e assim Cuba evoluir no sentido da democracia e poder voltar a fazer História.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

os tiranos também se abatem

"A História me absolverá" - disse Fidel, em pleno julgamento, nos anos cinquenta, quando era ainda prisioneiro do ditador Fulgencio Batista.

Esta confiança total nos desígnios da História fê-lo, como em tantos outros casos, confundir idealismo e missão com ditadura de inspiração divina.

Tornou-se num ditador feroz, dinossáurico e obsceno. Tem sangue nas mãos e Cuba não é o paraíso dos "amanhãs que cantam", mesmo dando o desconto de um ignóbil embargo norte-americano. É um país paupérrimo, desigual, onde só não há SIDA (?!) porque um decreto governamental não permite (e os doentes de HIV estão em "sidários").

Hoje "desistiu", diz ele, da presidência. Desistiu... está mais morto do que vivo, e ainda quer criar a ilusão de que poderia continuar. Deixa o irmão, que tem tanto sangus e injustiça nas mãos como ele.

"A História o julgará!" - assim é que é a frase universal. Se o absolve ou não, não é a Fidel que compete dizer. Por mim, já tenho o veredicto, mas como não sou juíz nem sou a História, limito-me a expressar o meu enorme contentamento de cidadão do mundo, ao ver desaparecer de cena mais um torcionário e ditador.