terça-feira, 1 de dezembro de 2009

valeu a pena?!

Antão de Almada, Miguel de Almeida, Francisco de Melo, Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro.

A eles - e ao povo, revoltado com o centralismo de Castela, o aumento dos bens essenciais, a subida de impostos e o despotismo do governo espanhol, bem como a inclusão forçada na guerra contra a Catalunha -, devemos a restauração da Independência.

Não havia União Europeia, nem Castela era Espanha. Nem o projecto das Cortes de Tomar, em que Filipe I de Portugal desejava uma nação lusa como região autónoma de Castela, com plenos poderes de decisão (tal e qual são agora as Regiões de Espanha), foi garantido pelos seus sucessores. Foi pena...

4 comentários:

Anónimo disse...

...teste...

http://so-me-apetece-cobrir.blogspot.com/2009/11/conversa-com-mario-cordeiro.html

Filipe Snr disse...

Quem sabe se esse não terá sido o dia da nossa desgraça... Não que a Espanha não sofra agora com todos os problemas que afectaram o mundo inteiro nos ùltimos dois anos, e com um índice de desemprego bastante maior que o nosso, mas o desenvolvimento económico, industrial e cultural de 'Nuestros Hermanos' é, sem comparação, bastante superior ao nosso.

Assim, talvez se em 1640 tivessemos continuado sob a 'pata' espanhola até aos dias de hoje, para já não tinhamos o Cavaco e a Maria mas o Juanito e a Sofia, e penso que não seríamos apenas um jardim à beira-mar plantado, mas uma Província Espanhola mais desenvolvida e crente no seu futuro.

Mário disse...

Hoje estive com um casal - ele português, ela espanhola. Provoquei, perguntado se ela "estava de luto". Disse que não. Resolvi explicar. Ela disse: "compreendi, mas exactamente. Grande dia, em que nos vimos livres dos portugueses...".
Enfiei a carapuça...

Virginia disse...

Pois é essa arrogância e auto-estima dos espanhois que falta a muitos portugueses. Se tivessem um pouco mais de arreganho como os antepassados e gostassem um pouco mais de si próprios, talvez chegassem bem mais longe ( não digo como a Espanha, que é incomensurável), mas como a Irlanda, a Finlândia ou outros países pequenos com nível de vida superior.
Não gostava de ser espanhola, ainda agora estive a ver uma série espanhola e aquela língua dá-me cabo de los niervos!