quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Dia Mundial da Música

Para quê palavras, quando se está perante a arte mais sublime de todas? Embora intrinseca e estruturalmente imperfeitos, a música permite-nos pensar que é possível atingir a perfeição, a utopia, o apogeu. De qualquer tipo, de qualquer género, de todas as gerações, séculos e milénios. Trave mestra do diálogo universal, a Música ultrapassa tudo e todos - até os ETs dos Encontros Imediatos a reconheceram (ou nós é que reconhecemos a deles).


Um grande abraço de parabéns a todos os compositores, instrumentistas, maestros, músicos, melómanos, responsáveis e técnicos de programas musicais de rádio e televisão, produtores e comerciantes de discos, CDs e DVDs, escritores de artigos sobre o assunto, técnicos de som e dos bastidores de um concerto, afinadores de instrumentos, fabricantes e comerciantes dos mesmos, viradores de páginas, donos, técnicos e pessoal das salas de concertos, seja em auditórios, seja em estádios de futebol, informáticos que inventaram formas de transferir o som para a net e para suportes digitais, etc, etc; enfim, um grande abraço para todos os humanos.

A música faz parte de nós, e por isso mesmo, quando rítmica, é apaziguadora, descansativa, estruturante, securizante, produtora de endorfinas e de bem estar. Quando disritmica pode ser angustiante, ansiogénica, perturbadora. Mas não deixa de causa efeito no nosso ser.

Viva a Música! Viva a Música!

4 comentários:

joaopedrosantos disse...

Falta aí na lista um reputado pianista :)

De facto, a música penetra nas nossas vidas e raramente temos chance de a evitar. Há bem pouco tempo dei por mim a pensar o que seria a minha vida sem música. Tive muita dificuldade em imaginar isso possível. Sugiro o mesmo exercício: imaginem que todas as formas de música desaparecem - as vossas bandas favoritas, música clássica, palmas, o bater rítmico das mãos nas pernas ou numa mesa, tudo!

Impossível,certo? De uma forma ou de outra somos conduzidos a registar e reproduzir melodias e ritmos com que nos deparamos e mesmo inventar os nossos próprios.

Ouvindo ou cantando, tocando ou batendo numa qualquer superfície, somos atraídos para a música de forma que julgo ser, para já, incompreensível.

Não sei se isso já foi estudado ou não (acho muito possível que sim) mas creio que a música nos está "embutida" no cérebro, de maneira a que nos dediquemos a ela quer queiramos quer não, ou seja, intuitivamente.

Secundariamente, não duvido do seu papel de "treinadora" do cérebro (da memória, da matemática, da coordenação, entre outras).

miguel disse...

A música, é como o desporto, muito mais importante do que a pintam, o que talvez não seja assim tão perceptível com isso. A escola portuguesa evoluiu e nessa evolução não coube um espaçinho sequer à Educação Musical.Farto-me de dizer que escola sem orfeão ou sem conjunto instrumental é escola amputada.Andamos nesse aspecto todos muito distraídos.É aí que a escola portuguesa anda a falhar E os pais também... sem muitas desculpas.

Viva a música , sim!

joaopedrosantos disse...

Passei só para dizer: BEEENFIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIICA

Mário disse...

O flamenco do Kike está a dar baile...